O direito ao foda-se (Autor desconhecido)

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda-se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. 

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Reclamação à rede Frango Assado

Ontem à noite (12/09/2013) eu e minha esposa fomos muito mal atendidos em sua loja de Atibaia.

Chegamos por volta das 22 horas e a loja estava surpreendentemente vazia. Os salgadinhos disponíveis nos balcões estavam claramente ressecados, como se tivessem sido feitos há várias horas atrás. Só havia uma única coxa cremosa, a qual eu gosto muito, mas que estava bastante deformada, aparentemente por ter sido manipulada várias vezes.

Optamos pelos espetinhos de frango, que costumam ser deliciosos, mas os espetinhos estavam frios e fomos informados que não mais seriam feitos novos espetinhos naquele dia.

Na hora de pagar, após ter dado o dinheiro para a atendente do caixa, de nome Vanessa, percebi que vocês aceitam o cartão de refeição (ALELO) e o de débito (ELO) que eu tenho, e como eu estava com pouco dinheiro em espécie, optei por mudar a forma de pagamento para um dos cartões.

A atendente do caixa se recusou a atender ao meu pedido, alegando que a transação já havia sido registrada. Eu insisti no meu pedido, pois bastaria cancelar a transação e fazê-la novamente, algo absolutamente natural em qualquer estabelecimento, mas a atendente novamente se recusou. Pedi então que ela chamasse o gerente pois eu iria registrar uma reclamação, ao que fui informado que não havia gerente presente na loja no momento. Veio então uma outra pessoa, que não se identificou apenas para me dizer que a alteração da transação não poderia ser feita.

Não me admira que a loja estivesse vazia. Com atendimento como esse, eu mesmo não pretendo voltar tão cedo àquela loja.

O conteúdo dessa carta será postado em meu BLOG na Internet para que outras pessoas possam ser alertadas sobre o baixo nível de serviço que está sendo prestado pela referida loja.

Atenciosamente,

José Carlos da Silva.

Meu pé esquerdo

Compartilho a seguir uma experiência pessoal bastante dolorosa (literalmente) a fim de talvez servir como alerta para que outros possam evitar situações similares.

Tudo começou com um simples entorse de tornozelo, destes que podem acontecer com qualquer pessoa, seja “batendo uma bola” com os amigos, seja apenas correndo ou caminhando. Normalmente conhecida como “torcer o pé”, esta lesão geralmente não é levada a sério e muitas vezes nem recebe o devido cuidado imediato.

No meu caso, eu estava jogando futebol com amigos e não apenas deixei de cuidar adequadamente da lesão, como forcei a barra e continuei jogando normalmente, suportando a dor em silêncio talvez apenas para não abrir mão da brincadeira. Minha condição de sobrepeso certamente facilitou a ocorrência da lesão.

Outros entorses se seguiram, pois toda a estrutura do pé fica fragilizada a cada ocorrência deste tipo, e agora qualquer corridinha ou mesmo caminhada passou a ser “operação de risco” para mim, especialmente se eu estivesse carregando peso, o que infelizmente faço com freqüência.

Como resultado, cheguei a ter vários entorses em ambos os tornozelos e somente após muito tempo procurei ajuda. Alguns medicamentos e sessões de fisioterapia depois e eu já “me considerava” curado. Ledo engano.

Em 4 de Abril de 2011, estava prestes a entrar no ônibus fretado que me leva diariamente ao trabalho, quando sofri novo entorse após ter pisado em um buraco no asfalto. Perdi o equilíbrio em parte por causa da pesada mochila que eu levava nas costas e por muito pouco não desabei no chão. A dor foi intensa, mas não muito diferente dos entorses anteriores o que me levou a crer que se tratava de mais uma lesão “comum”. Com alguma dificuldade, embarquei no ônibus com a certeza de que a dor passaria após uns 15 ou 20 minutos.

Infelizmente eu estava errado. A dor não passou e eu tive que encarar os 90 minutos de viagem com meu pé latejando e sentindo uma dor insuportável.

Assim que o ônibus entrou em São Paulo, procurei descer e pegar um táxi que pudesse me levar a um pronto-socorro com atendimento de ortopedia nas proximidades. Foi aí que percebi a gravidade da minha situação. Eu simplesmente não conseguia pisar com o pé esquerdo e mesmo os 20 metros que andei do ônibus até o local onde eu poderia pegar o táxi foram de muita dor e sofrimento.

No pronto-socorro (CPA UNIMED Água Fria) não precisei esperar muito e fui extremamente bem atendido. Após a medicação adequada e a imobilização do tornozelo afetado (tala), pude finalmente sair dali e voltar para casa, já que eu não tinha a menor condição física de ir trabalhar naquele dia.

Desde então começou minha busca pelo diagnóstico adequado e a correspondente solução do problema.

Após alguns exames iniciais, meu ortopedista suspeitou de ruptura ligamentar, o que foi confirmado por um exame de ressonância magnética realizado no Hospital São Camilo, em São Paulo.

Foram feitos os exames pré-operatórios e minha cirurgia foi realizada no último dia 10 de Junho de 2011 por volta das 14:00 h, tendo eu recebido alta no dia 11 de Junho ainda pela manhã.

Pelas próximas 6 semanas (no mínimo) eu terei que usar muletas para me locomover e dependerei muito da ajuda de terceiros para conseguir realizar tarefas básicas como tomar banho ou mesmo escovar os dentes (detalhes no próximo post).

Por ora, gostaria de deixar o recado para que quem tiver problemas com entorses, como eu tive, que procure tratar corretamente do problema, o que significa aplicar uma bolsa de gelo IMEDIATAMENTE sobre a área afetada, mantendo a imobilização do pé até que um especialista em ortopedia possa avaliar. Além disto, siga à risca quaisquer recomendações médicas, principalmente sessões de fisioterapia, evitando que, como eu você também precise um dia passar por cirurgia em virtude de um problema relativamente simples.

Cuidado com a portabilidade numérica!

Como a maioria de vocês deve estar ciente, todos os números telefônicos brasileiros (fixos e móveis) já possuem acesso ao recurso da portabilidade numérica, a qual permite ao usuário transferir o seu número telefônico de um fornecedor de serviços telefônicos para outro, permitindo que se faça a troca de operadora sem perder o seu número de telefone.

No entanto, o que nunca é citado nas propagandas deste serviço é que ao fazer este procedimento, o seu CHIP GSM (ou cartão SIM) é cancelado, não podendo mais ser utilizado nem mesmo para habilitar outra linha telefônica ou número. Além disto, quaisquer créditos ou direito a bônus em ligações que você possua serão também cancelados, sem qualquer aviso e de forma irreversível.

Isto acontece porque as operadoras de telefonia entendem que o pedido de portabilidade implica automaticamente no cancelamento do contrato de prestação de serviços por iniciativa do cliente e, portanto, presumem que o cliente esteja abrindo mão de quaisquer direitos adquiridos.

Em outras palavras, tudo que você investiu na compra do seu CHIP GSM, na compra de créditos ainda não consumidos e na participação em promoções para obtenção de bônus em ligações é retirado de você de forma arbitrária e nada pode ser feito para reverter esta perda.

Nosso Código de Defesa do Consumidor é considerado um dos melhores do mundo, mas ainda possui brechas que permitem tais abusos por parte das operadoras de telefonia celular.

A ANATEL, agência oficial reguladora da área de telecomunicações foi quem elaborou o modelo atual de funcionamento dos pedidos de portabilidade numérica. Por ele, o cliente faz o pedido do processo através da operadora de destino da operação e a operadora de origem tem um prazo muito curto (3 a 5 dias) para decidir se aceita ou não a transação, sem qualquer obrigatoriedade em esclarecer seu cliente sobre os detalhes sórdidos.

Em minha opinião, ambos precisam mudar.

O CDC deveria prever tal situação e obrigar o fornecedor a permitir a habilitação de outra linha no CHIP GSM para o consumo dos créditos e bônus ou a devolução dos valores pagos antecipadamente por serviços não prestados.

O modelo da ANATEL deveria obrigar ambos os fornecedores envolvidos a orientar corretamente o consumidor quanto aos riscos e perdas que ele teria com a operação.

Assim sendo, recomendo aos leitore muito cuidado quando recorrerem à portabilidade numérica, a fim de evitar prejuízos. Eu, infelizmente, não consegui 🙁

Retomando as postagens

Após alguns meses sem postar nada no blog, decidi retomamá-lo, falando um pouco mais sobre minhas experiências e opiniões atuais.

Novamente, tentarei usar o programa Diarist, viabilizando posts como este, A partir do meu celular.

Abraços!

JC